Resenha: Thor – Ragnarok

Thor filme

Em seu terceiro filme da franquia Thor, a Marvel apostou em uma trilha sonora com clássicos do Rock, uma mistura consideravelmente alta de humor e mais do mesmo. Se você quer conferir essa resenha crítica a respeito de Thor – Ragnarok, pegue um bom copo de cerveja infinita – a mesma usada pelo Doutor Estranho em uma cena inusitada desse mesmo filme e confira esse Terça com Pipoca:

Atenção: Pode haver alguns Spoilers.

A história de Thor – Ragnarok, se inicia com o deus do Trovão, Thor (Chris Hemsworth) já capturado por Surtur, que vem com o papo comprado que irá destruir Asgard e trazer o Ragnarok para acabar com a raça de todo mundo. Papo comprado ou não, a segunda cena já conta com pancadaria e Led Zeppelin na trilha sonora de batalha. Logo após, Thor regressa a Asgard e encontra Odin bem pleno assistindo a uma peça de teatro forjada (onde vemos a participação especial de Matt Damon). Porém, Odin não é ninguém menos que Loki disfarçado.

Ao seguir os passos para impedir o Ragnarok, Thor e Loki se deparam com uma vilã um pouco inusitada. A primogênita de Odin, deusa da Morte. Ressentida por ter sido aprisionada, ela quer destruir a tudo e todos. Hela (Cate Blanchett), então consegue se livrar de Thor jogando-o para fora do portal e o herói vai parar no planeta de Saakar. Um lugar tomado por sucatas e lixos, dominado por um Grão Mestre, que entretêm o povo com arenas de batalhas. É aí que entra um personagem bem inusitado: Hulk.

No planeta vemos cenas de luta e encontramos uma personagem nova, Valquiria. Uma caçadoras de guerreiros e beberrona durona. A personagem, no decorrer do filme, conta com um passado triste que é mostrado nas telas. As cenas de luta, estão realmente muito bem feitas, não há como se nagar. Porém, o toque cômico de Thor – Ragnarok, na minha opinião, foi talvez um pouco exagerado. Estragando momento de intensidade, como entre Odin e os filhos, quando a vilã entra em cena e até mesmo em uma das últimas cenas com o povo de Asgard. Confesso que sim, é possível dar algumas boas risadas, mas os momentos inoportunos também estão presentes.

O visual do filme está muito bom, o planeta distópico de Saakar ficou ótimo. Realmente passou a imagem de um lugar controlado por alguém que quer imagem e status a partir das lutas de gladiadores. Mostrando o lixo por todos os lados, o povo diversificado e também o caos entre festas e badernas. Sobre o figurino: todos os personagens tinham um figurino incrível, não posso negar. Porém a vilã me decepcionou, trouxe um visual estereotipado com aquele “macacão” verde e preto. Já a maquiagem e o cabelo dela, merecem elogios.

Sobre o final: o que me incomodou talvez no filme inteiro, foi o mais do mesmo. A velha história do herói, com suas piadas e capas, pancadaria e fim. A história em si não me marcou.

 

Se você já assistiu a essa estreia do dia 26 de outubro, deixe um comentário. Comente o que achou, o que gostou ou não ♥

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