Resenha: Ex Machina – Instinto Artificial

Estreando essa Terça com Pipoca, vou apresentar a resenha do filme Ex Machina – Instinto Artificial de 2015. O filme aborda sobre Inteligência Artificial e está disponível na Netflix! O Terça com Pipoca, será lançado toda terça (obviamente) sobre algum filme que eu assisti para inspirar vocês e até mesmo me contarem se já assistiram ou não. Algumas vezes irei resenhar sobre lançamentos do cinema, da Netflix ou como dessa vez, um filme mais antigo que vale a pena assistir.

Espero que goste da resenha de hoje sobre esse filme de Ficção Científica, ganhador de algumas categorias do Oscar e sobre Inteligência Artificial.

Classificado como Ficção Científica, o filme aborda sobre Inteligência Artificial e nos faz pensar sobre quão perto isso está de acontecer e fazer parte da nossa realidade. Com relação ao filme o enredo é bom e prende, os efeitos visuais são incríveis. Por esse feito, o filme ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e de Melhor Roteiro Original.

A história começa com Caleb Smith, que ganha uma promoção interna na empresa para passar alguns dias na casa do CEO da empresa, o gênio da tecnologia, Nathan. Essa visita tem como objetivo testar a nova tecnologia que o empresário criou e o programador, Caleb, tem essa função. Ao ser apresentado para a robô Ava, Caleb fica encantado até demais com ela, suas habilidades e a inteligência que demonstra.

O ambiente no qual Ex Machina – Instinto Artifical se passa, é na casa de Nathan que é afastada e isolada, e mesmo repleta de tecnologia não barra as quedas de energia que acontecem na residência e os mistérios a respeito disso. Logo na primeira conversa com Ava, é demonstrado um sentimentalismo por parte do visitante que deveria apenas testar a IA da robô. Percebemos que o protagonista não tem muitas dúvidas a respeito do que Ava diz a ele e logo ele compra a ideia que ela também nutre um sentimento por ele.

Para deixar as coisas mais difíceis, o caráter de Nathan é colocado a prova pela sua própria criação, quando se depara com um arsenal de robôs descartadas, Caleb não sabe em quem acreditar. Na criação ou no criador. A reviravolta torna-se emocionante quando percebemos que o ser humano é colocado a prova do que é ou não real nesse mundo tecnológico e também a respeito do que isso pode representar para nós, seres humanos. O final foi um pouco inesperado para mim, mas serve de reflexão para tudo que está a nossa volta hoje.

É um filme que vale a pena assistir, se você gosta de filmes de Ficção Cientifica com um quê de realidade. Sobre o final: confesso que me deixou transtornada com a inocência do visitante, porém ainda sim foram minutos muito bem gastos do início ao fim.

 

Agora me conta, você já assistiu ao filme? O que achou? Caso não tenha visto, me conta se essa resenha despertou a curiosidade de pegar um balde de pipoca e assistir.

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